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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Adolescente de 16 anos morre com Parada Respiratória
Um adolescente de 16 anos, morreu na madrugada de hoje, 19/01, em Mossoró, ontem o jovem se engasgou com um pedaço de carne, e foi levado as pressas ao UPA, e desde a noite passada estava internado no HRTM e antes de passar por cirugia veio a falecer.
Comércio popular se expande em Mossoró
Muitas pessoas que não conseguem se inserir no mercado formal de trabalho entram no comércio informal. Por esse motivo um novo nicho de mercado se expande cada vez mais em Mossoró, as 'lojas de seis reais'. Essas lojas de confecções com preços populares estão por toda parte, do bairro Santo Antônio ao Alto de São Manoel. As lojas estão cheias de consumidores atraídos pelos preços acessíveis.
É o caso da recepcionista Adriana Araújo, que é consumidora assídua das chamadas 'loja de seis reais'. "Gosto muito de comprar roupas nas lojas de seis reais. Inclusive já presenteei vários amigos", revela Adriana.
E acrescenta: "Minha irmã veio diretamente de Ilhéus - BA, para Mossoró para comprar roupa e revendê-la na cidade dela. Vendeu tudo, cada peça por 30 reais. Ela conseguiu lucrar quase o dobro do que investiu. E no mês de fevereiro vem novamente para comprar mais, pois na sua cidade não existem essas lojas populares", diz a recepcionista.
Quem anda satisfeito também são proprietários das lojas populares com as vendas das roupas. Valdenora Fernandes, que há um ano e meio montou uma 'loja de seis reais', disse que as viagens são muito desgastantes, mas o retorno financeiro é bom. "Viajo a Caruaru toda semana e é muito cansativo, porém o benefício que a loja está me dando vale todo o esforço", conta Valdenora.
A duzentos metros da loja de Valdenora existem outros comércios populares. Uma dessas lojas pertence a Cláudio Filgueira, ex-caminhoneiro, que vendeu seu caminhão para montar o comercio de roupas populares. "Resolvi vender o caminhão para montar a 'loja de seis reais'. É um comércio que está em expansão e dando lucro a muita gente", diz Cláudio.
É o caso da recepcionista Adriana Araújo, que é consumidora assídua das chamadas 'loja de seis reais'. "Gosto muito de comprar roupas nas lojas de seis reais. Inclusive já presenteei vários amigos", revela Adriana.
E acrescenta: "Minha irmã veio diretamente de Ilhéus - BA, para Mossoró para comprar roupa e revendê-la na cidade dela. Vendeu tudo, cada peça por 30 reais. Ela conseguiu lucrar quase o dobro do que investiu. E no mês de fevereiro vem novamente para comprar mais, pois na sua cidade não existem essas lojas populares", diz a recepcionista.
Quem anda satisfeito também são proprietários das lojas populares com as vendas das roupas. Valdenora Fernandes, que há um ano e meio montou uma 'loja de seis reais', disse que as viagens são muito desgastantes, mas o retorno financeiro é bom. "Viajo a Caruaru toda semana e é muito cansativo, porém o benefício que a loja está me dando vale todo o esforço", conta Valdenora.
A duzentos metros da loja de Valdenora existem outros comércios populares. Uma dessas lojas pertence a Cláudio Filgueira, ex-caminhoneiro, que vendeu seu caminhão para montar o comercio de roupas populares. "Resolvi vender o caminhão para montar a 'loja de seis reais'. É um comércio que está em expansão e dando lucro a muita gente", diz Cláudio.
Usuários reclamam dos serviços de internet oferecidos por operadora de telefonia
Os usuários da Internet disponibilizada pela empresa Vivo estão decepcionados com o serviço prestado. Diferentemente das promessas que são slogan da operadora, os usuários afirmam que a tecnologia não atende ao que se espera, sobretudo pelo valor mais alto que se paga em detrimento das outras operadoras.
De acordo com o administrador Williams Oliveira, que adquiriu o modem para Internet há cerca de cinco meses, as falhas na conexão são constantes. "Uso há cinco meses; a gente é atraído pela tecnologia 3g, uma promessa de uma superconexão. De fato, a conexão, comparada a outras operadoras, é boa, é relativamente rápida, mas já adquirimos um serviço limitado", explica o administrador.
Ele esclarece que boa parte dos usuários compra o serviço como "ilimitado", mas a realidade é bem diferente. "A gente compra um pacote ilimitado, como é meu caso, mas sabendo que quando a navegação atingir o uso de 2g, a velocidade de transferência de dados cai, então não é ilimitado na verdade; é ilusório. E essa ilusão custa R$ 120 ao mês", reclama Williams.
Além da deficiência na velocidade, há uma queda constante na conexão da Internet. "A Vivo não tem hora pra dar problema. Embora nessa última semana eu tenha percebido uma melhora no serviço, pior do que a pane é a área de abrangência. Você sai de Mossoró e o modem, caríssimo, não funciona mais. Muita gente comprou Vivo com a promessa que em dezembro do ano passado as antenas atingiriam Tibau, por exemplo, afinal todo mundo se muda pra lá; mas o veraneio é sem Vivo mesmo", ironiza.
Outra que está insatisfeita é a estudante Aline Mendes, que adquiriu o serviço há três meses. "O meu maior problema é quando atinjo um limite de downloads por mês, pois a velocidade baixa. Durante a semana acesso com mais frequência à noite e a conexão cai bastante", reclama. Assim como o administrador, Aline paga por um plano com garantia de ilimitado.
As reclamações são inúmeras e não se limitam apenas à conexão, de acordo com os usuários, há incompatibilidade com alguns programas de computador. "O último problema que tive com a Vivo começou na terça-feira à tarde e só terminou na madrugada da quinta-feira. O modem pode não se entender com o Windows que você usa. No meu caso, o Vista. E quando eles resolvem não se entender, não conecta. Talvez muitas das panes estivessem relacionas a isso, e não necessariamente à conexão da Vivo", conta Williams.
Tentar reclamar do problema é outro entrave encontrado por quem usa a Internet. "Mas aí está outro problema. A conexão caiu na terça e só consegui falar com um atendente na madrugada da quinta. Passo o dia trabalhando, chego em casa à noite e você tenta falar com umas quatro pessoas pra quando chegar na última a ligação cair. Quando consegui atendimento, descobri que sempre que der erro entre meu notebook e meu modem vou ter que desinstalar o modem e reinstalá-lo. Paciência", conclui.
O caso da estudante é semelhante. "Escolhi pela vantagem de comprar o pacote e ganhar o modem, e alguns familiares me informaram que era a melhor. Eu já tentei algumas vezes reclamar dos problemas, mas nunca consigo falar com atendentes", garante.
O jornal O Mossoroense tentou entrar em contato com a loja da Vivo em Mossoró para obter uma resposta. Segundo informações de um funcionário, não existe um número específico para entrar em contato com a assessoria de comunicação da empresa. A reportagem entrou ainda em contato com a loja em Natal, mas a funcionária informou também que a loja funciona apenas como revenda, e não há um número de telefone para entrar em contato com a própria operadora.
"Até mesmo quando nós queremos resolver algum problema temos que ir lá, pois eles não disponibilizam número de telefone", informou a funcionária. No site da operadora também não há nenhum número disponível para falar com a assessoria de comunicação. Tentamos falar ainda com o atendimento disponibilizado através do número 1058. Mas, após tentarmos várias vezes, esperamos alguns minutos para falar com um atendente, mas a ligação caiu em todas as tentativas.
De acordo com o administrador Williams Oliveira, que adquiriu o modem para Internet há cerca de cinco meses, as falhas na conexão são constantes. "Uso há cinco meses; a gente é atraído pela tecnologia 3g, uma promessa de uma superconexão. De fato, a conexão, comparada a outras operadoras, é boa, é relativamente rápida, mas já adquirimos um serviço limitado", explica o administrador.
Ele esclarece que boa parte dos usuários compra o serviço como "ilimitado", mas a realidade é bem diferente. "A gente compra um pacote ilimitado, como é meu caso, mas sabendo que quando a navegação atingir o uso de 2g, a velocidade de transferência de dados cai, então não é ilimitado na verdade; é ilusório. E essa ilusão custa R$ 120 ao mês", reclama Williams.
Além da deficiência na velocidade, há uma queda constante na conexão da Internet. "A Vivo não tem hora pra dar problema. Embora nessa última semana eu tenha percebido uma melhora no serviço, pior do que a pane é a área de abrangência. Você sai de Mossoró e o modem, caríssimo, não funciona mais. Muita gente comprou Vivo com a promessa que em dezembro do ano passado as antenas atingiriam Tibau, por exemplo, afinal todo mundo se muda pra lá; mas o veraneio é sem Vivo mesmo", ironiza.
Outra que está insatisfeita é a estudante Aline Mendes, que adquiriu o serviço há três meses. "O meu maior problema é quando atinjo um limite de downloads por mês, pois a velocidade baixa. Durante a semana acesso com mais frequência à noite e a conexão cai bastante", reclama. Assim como o administrador, Aline paga por um plano com garantia de ilimitado.
As reclamações são inúmeras e não se limitam apenas à conexão, de acordo com os usuários, há incompatibilidade com alguns programas de computador. "O último problema que tive com a Vivo começou na terça-feira à tarde e só terminou na madrugada da quinta-feira. O modem pode não se entender com o Windows que você usa. No meu caso, o Vista. E quando eles resolvem não se entender, não conecta. Talvez muitas das panes estivessem relacionas a isso, e não necessariamente à conexão da Vivo", conta Williams.
Tentar reclamar do problema é outro entrave encontrado por quem usa a Internet. "Mas aí está outro problema. A conexão caiu na terça e só consegui falar com um atendente na madrugada da quinta. Passo o dia trabalhando, chego em casa à noite e você tenta falar com umas quatro pessoas pra quando chegar na última a ligação cair. Quando consegui atendimento, descobri que sempre que der erro entre meu notebook e meu modem vou ter que desinstalar o modem e reinstalá-lo. Paciência", conclui.
O caso da estudante é semelhante. "Escolhi pela vantagem de comprar o pacote e ganhar o modem, e alguns familiares me informaram que era a melhor. Eu já tentei algumas vezes reclamar dos problemas, mas nunca consigo falar com atendentes", garante.
O jornal O Mossoroense tentou entrar em contato com a loja da Vivo em Mossoró para obter uma resposta. Segundo informações de um funcionário, não existe um número específico para entrar em contato com a assessoria de comunicação da empresa. A reportagem entrou ainda em contato com a loja em Natal, mas a funcionária informou também que a loja funciona apenas como revenda, e não há um número de telefone para entrar em contato com a própria operadora.
"Até mesmo quando nós queremos resolver algum problema temos que ir lá, pois eles não disponibilizam número de telefone", informou a funcionária. No site da operadora também não há nenhum número disponível para falar com a assessoria de comunicação. Tentamos falar ainda com o atendimento disponibilizado através do número 1058. Mas, após tentarmos várias vezes, esperamos alguns minutos para falar com um atendente, mas a ligação caiu em todas as tentativas.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Milton Marques confirma convite para disputar vaga de deputado

Por: Carlos Skarlack
O reitor Milton Marques de Medeiros confirmou, neste domingo, 17, que o PSB no Estado, planejou lançar seu nome para disputar uma vaga de deputado estadual.
"Relamente houve uma conversa sobre essa possibilidade, mas tudo já ficou acertado", declarou.
Milton Marques disse que nesse momento, seu projeto é de continuar administrando a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).
Perguntado se disputaria algum cargo eletivo este ano, Milton Marques declarou: "Este ano, não".
De acordo com o reitor da Uern, está decidido que o PsB terá, em Mossoró, as candidaturas das deputadas Sandra e Larissa Rosado, para a Câmara Federal e Assembléia Legislativa.
Projeto da nova adutora para Mossoró irá beneficiar mais de 300 mil pessoas
AMANDA MELO
amandamelo18@hotmail.com
Os problemas que afetam a rede de abastecimento de água em todo o município mossoroense são inúmeros. Desde a pequena oferta de água para a grande demanda populacional, até a rede inadequada de canos que levam água às residências; a soma destes fatores transformou em alguns bairros a água em um recurso quase raro.
Os reservatórios disponíveis e as adutoras que abastecem as encanações das casas dos 244.287 mossoroenses, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou obsoleta, não acompanhando o crescimento vertical e horizontal da cidade.
Resultado disso são os constantes cortes no abastecimento, muitas denúncias e reclamações por parte da população, que paga sua conta mensalmente. O gerente da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) confirma o problema. "Uma série de áreas sofrem com o problema do abastecimento, entre elas: o Santa Helena, Planalto 13 de Maio, Santo Antônio, Quixabeirinha, Sítio São Francisco, Bom Jesus, Estrada da Raiz, entre outras", destaca o gerente.
Além da escassez do recurso, uma preocupação ainda mais grave é a qualidade da água que boa parte da população utiliza para banho, alimentação e até para beber. A rede antiga de canos foi construída com Ferro Fundido e Cimento Amianto, materiais que podem acarretar problema à saúde. Muito utilizado nas décadas passadas pelo baixo custo, o amianto é considerado uma substância cancerígena pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e tratado pelo Ministério da Saúde como um problema de saúde pública.
Somado a isso, ainda há o dano causado pela obstrução da rede de abastecimento em vários pontos. O vilão do entupimento é a aragonita, tipo de calcário que provoca a redução da capacidade de abastecimento.
SOLUÇÃO
Diante dessa realidade, o assuntou entrou em pauta na Assembleia Legislativa através de uma proposta governamental para a construção de uma nova adutora em Mossoró. O parecer foi aprovado em 26 de agosto de 2009 pelo Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal e a solução para o entrave começou a tomar forma. A alternativa mais plausível para resolver o problema, se não de forma definitiva, mas por um bom tempo, foi propor a construção de uma nova e maior adutora.
Em princípio, o Projeto de Lei 9167/09, cuja aprovação dos deputados se deu em oito de janeiro de 2009, incluía apenas a construção da Adutora de Mossoró. Sete meses após a liberação do empréstimo, por parte do Legislativo, o Governo do Estado recebeu outra boa notícia. Através do Ofício de nº.6987, de 26 de agosto de 2009, o Ministério das Cidades informou que a adutora estava incluída nos beneficiados do PAC Saneamento.
Em 22 de setembro de 2009, outro ofício (nº. 3943/2009) foi encaminhado pela Caixa Econômica Federal (CEF), atestando que R$119 milhões estavam garantidos para o Sistema de Distribuição e Tratamento por meio do PAC/FGTS. A conta da adutora será dividida entre o financiamento de boa parte dos recursos pela CEF e outra parte pela contrapartida do Governo Estadual. Entre os custos com a adutora e a instalação e modernização da nova rede de abastecimento, serão gastos R$ 230 milhões.
amandamelo18@hotmail.com
Os problemas que afetam a rede de abastecimento de água em todo o município mossoroense são inúmeros. Desde a pequena oferta de água para a grande demanda populacional, até a rede inadequada de canos que levam água às residências; a soma destes fatores transformou em alguns bairros a água em um recurso quase raro.
Os reservatórios disponíveis e as adutoras que abastecem as encanações das casas dos 244.287 mossoroenses, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou obsoleta, não acompanhando o crescimento vertical e horizontal da cidade.
Resultado disso são os constantes cortes no abastecimento, muitas denúncias e reclamações por parte da população, que paga sua conta mensalmente. O gerente da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) confirma o problema. "Uma série de áreas sofrem com o problema do abastecimento, entre elas: o Santa Helena, Planalto 13 de Maio, Santo Antônio, Quixabeirinha, Sítio São Francisco, Bom Jesus, Estrada da Raiz, entre outras", destaca o gerente.
Além da escassez do recurso, uma preocupação ainda mais grave é a qualidade da água que boa parte da população utiliza para banho, alimentação e até para beber. A rede antiga de canos foi construída com Ferro Fundido e Cimento Amianto, materiais que podem acarretar problema à saúde. Muito utilizado nas décadas passadas pelo baixo custo, o amianto é considerado uma substância cancerígena pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e tratado pelo Ministério da Saúde como um problema de saúde pública.
Somado a isso, ainda há o dano causado pela obstrução da rede de abastecimento em vários pontos. O vilão do entupimento é a aragonita, tipo de calcário que provoca a redução da capacidade de abastecimento.
SOLUÇÃO
Diante dessa realidade, o assuntou entrou em pauta na Assembleia Legislativa através de uma proposta governamental para a construção de uma nova adutora em Mossoró. O parecer foi aprovado em 26 de agosto de 2009 pelo Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal e a solução para o entrave começou a tomar forma. A alternativa mais plausível para resolver o problema, se não de forma definitiva, mas por um bom tempo, foi propor a construção de uma nova e maior adutora.
Em princípio, o Projeto de Lei 9167/09, cuja aprovação dos deputados se deu em oito de janeiro de 2009, incluía apenas a construção da Adutora de Mossoró. Sete meses após a liberação do empréstimo, por parte do Legislativo, o Governo do Estado recebeu outra boa notícia. Através do Ofício de nº.6987, de 26 de agosto de 2009, o Ministério das Cidades informou que a adutora estava incluída nos beneficiados do PAC Saneamento.
Em 22 de setembro de 2009, outro ofício (nº. 3943/2009) foi encaminhado pela Caixa Econômica Federal (CEF), atestando que R$119 milhões estavam garantidos para o Sistema de Distribuição e Tratamento por meio do PAC/FGTS. A conta da adutora será dividida entre o financiamento de boa parte dos recursos pela CEF e outra parte pela contrapartida do Governo Estadual. Entre os custos com a adutora e a instalação e modernização da nova rede de abastecimento, serão gastos R$ 230 milhões.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
“A Prefeitura gasta R$ 500 mil e a Câmara R$ 40 mil para calar a imprensa viciada”, diz Genivan
Bruno Barreto
Editor de Política
O vereador Genivan Vale (PR), em aparte a discurso do peemedebista Daniel Gomes, criticou as relações entre a Prefeitura de Mossoró e Câmara Municipal com a imprensa da cidade.
Daniel Gomes defendia a realização de audiência pública para debater o financiamento da saúde em Mossoró. Em aparte, Genivan lamentou a postura de parte da imprensa mossoroense quando noticia determinados assuntos. "Esta Casa por diversas vezes é agredida por pessoas sem credibilidade. Tem notinha que dá nojo de ler. São R$ 500 mil por mês pagos pela Prefeitura e R$ 40 mil pela Câmara Municipal para manter calada essa imprensa viciada de Mossoró", esbravejou.
Na sequência, o pedetista Jório Nogueira concordou com o Genivan Vale. "Tem muita gente que merece respeito, mas existem muitos canalhas em nossa imprensa", afirmou.
Daniel Gomes, autor do pronunciamento, também acompanhou as declarações dadas nos apartes. "Tem jornalista que fala sobre esta Casa sem nem ao menos colocar os pés aqui, às vezes são publicadas inverdades e injustiças contra esta Casa", acrescentou.
O líder da oposição, Lairinho Rosado (PSB), sugeriu que a solução para que a população conhecesse o que "realmente" ocorre na Câmara seria as transmissões ao vivo das sessões plenárias. "Temos duas TVs na cidade que poderiam muito bem transmitir as sessões aí para a população, que poderia ver a atuação de cada vereador", frisou.
Procurado pela reportagem, o gerente executivo da Comunicação, Ivanaldo Fernandes, disse que o montante gasto pela Prefeitura de Mossoró com mídia todos os meses nem sequer se aproxima dos R$ 500 mil citados por Genivan. "Não chega nem perto disso. Os valores variam de acordo com o mês. Na época do Mossoró Cidade Junina se gasta um pouco mais. Para lhe dar os valores com precisão, tenho que fazer um levantamento, mas é bem abaixo de R$ 500 mil", garantiu.
Editor de Política
O vereador Genivan Vale (PR), em aparte a discurso do peemedebista Daniel Gomes, criticou as relações entre a Prefeitura de Mossoró e Câmara Municipal com a imprensa da cidade.Daniel Gomes defendia a realização de audiência pública para debater o financiamento da saúde em Mossoró. Em aparte, Genivan lamentou a postura de parte da imprensa mossoroense quando noticia determinados assuntos. "Esta Casa por diversas vezes é agredida por pessoas sem credibilidade. Tem notinha que dá nojo de ler. São R$ 500 mil por mês pagos pela Prefeitura e R$ 40 mil pela Câmara Municipal para manter calada essa imprensa viciada de Mossoró", esbravejou.
Na sequência, o pedetista Jório Nogueira concordou com o Genivan Vale. "Tem muita gente que merece respeito, mas existem muitos canalhas em nossa imprensa", afirmou.
Daniel Gomes, autor do pronunciamento, também acompanhou as declarações dadas nos apartes. "Tem jornalista que fala sobre esta Casa sem nem ao menos colocar os pés aqui, às vezes são publicadas inverdades e injustiças contra esta Casa", acrescentou.
O líder da oposição, Lairinho Rosado (PSB), sugeriu que a solução para que a população conhecesse o que "realmente" ocorre na Câmara seria as transmissões ao vivo das sessões plenárias. "Temos duas TVs na cidade que poderiam muito bem transmitir as sessões aí para a população, que poderia ver a atuação de cada vereador", frisou.
Procurado pela reportagem, o gerente executivo da Comunicação, Ivanaldo Fernandes, disse que o montante gasto pela Prefeitura de Mossoró com mídia todos os meses nem sequer se aproxima dos R$ 500 mil citados por Genivan. "Não chega nem perto disso. Os valores variam de acordo com o mês. Na época do Mossoró Cidade Junina se gasta um pouco mais. Para lhe dar os valores com precisão, tenho que fazer um levantamento, mas é bem abaixo de R$ 500 mil", garantiu.
Descoberto túnel de fuga na Cadeia Pública
Agentes penitenciários conseguiram abortar uma fuga de 15 detentos que estavam cavando um túnel dentro de uma cela na Cadeia Pública Juiz Manoel Onofre de Souza.
O buraco foi descoberto na cela cinco, do pavilhão dois, na madrugada do último domingo, por um militar que trabalhava em uma das guaritas.
Segundo o diretor do presídio, Alexandre de Nóbrega, o policial militar percebeu vibrações e escutou pancadas próximas ao muro onde a guarita está localizada. O militar acionou os agentes penitenciários que encontraram o buraco no banheiro da cela.
Os 15 presos que estavam no local foram distribuídos em outras celas até que os funcionários do Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep) fizessem a perícia.
Para cavar o buraco os presos usaram duas barras de ferro que foram arrancadas da estrutura de concreto de uma coluna.
Segundo o diretor Alexandre Nóbrega, os detentos responderão por crime de danos ao patrimônio público e, como punição, não estão tendo direito à visita de familiares.
O buraco foi tapado ontem. Atualmente, a Cadeia Pública abriga 142 presos e está com sua capacidade máxima.
O buraco foi descoberto na cela cinco, do pavilhão dois, na madrugada do último domingo, por um militar que trabalhava em uma das guaritas.
Segundo o diretor do presídio, Alexandre de Nóbrega, o policial militar percebeu vibrações e escutou pancadas próximas ao muro onde a guarita está localizada. O militar acionou os agentes penitenciários que encontraram o buraco no banheiro da cela.
Os 15 presos que estavam no local foram distribuídos em outras celas até que os funcionários do Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep) fizessem a perícia.
Para cavar o buraco os presos usaram duas barras de ferro que foram arrancadas da estrutura de concreto de uma coluna.
Segundo o diretor Alexandre Nóbrega, os detentos responderão por crime de danos ao patrimônio público e, como punição, não estão tendo direito à visita de familiares.
O buraco foi tapado ontem. Atualmente, a Cadeia Pública abriga 142 presos e está com sua capacidade máxima.
Descoberto túnel de fuga na Cadeia Pública
Agentes penitenciários conseguiram abortar uma fuga de 15 detentos que estavam cavando um túnel dentro de uma cela na Cadeia Pública Juiz Manoel Onofre de Souza.
O buraco foi descoberto na cela cinco, do pavilhão dois, na madrugada do último domingo, por um militar que trabalhava em uma das guaritas.
Segundo o diretor do presídio, Alexandre de Nóbrega, o policial militar percebeu vibrações e escutou pancadas próximas ao muro onde a guarita está localizada. O militar acionou os agentes penitenciários que encontraram o buraco no banheiro da cela.
Os 15 presos que estavam no local foram distribuídos em outras celas até que os funcionários do Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep) fizessem a perícia.
Para cavar o buraco os presos usaram duas barras de ferro que foram arrancadas da estrutura de concreto de uma coluna.
Segundo o diretor Alexandre Nóbrega, os detentos responderão por crime de danos ao patrimônio público e, como punição, não estão tendo direito à visita de familiares.
O buraco foi tapado ontem. Atualmente, a Cadeia Pública abriga 142 presos e está com sua capacidade máxima.
O buraco foi descoberto na cela cinco, do pavilhão dois, na madrugada do último domingo, por um militar que trabalhava em uma das guaritas.
Segundo o diretor do presídio, Alexandre de Nóbrega, o policial militar percebeu vibrações e escutou pancadas próximas ao muro onde a guarita está localizada. O militar acionou os agentes penitenciários que encontraram o buraco no banheiro da cela.
Os 15 presos que estavam no local foram distribuídos em outras celas até que os funcionários do Instituto Técnico e Científico de Polícia (Itep) fizessem a perícia.
Para cavar o buraco os presos usaram duas barras de ferro que foram arrancadas da estrutura de concreto de uma coluna.
Segundo o diretor Alexandre Nóbrega, os detentos responderão por crime de danos ao patrimônio público e, como punição, não estão tendo direito à visita de familiares.
O buraco foi tapado ontem. Atualmente, a Cadeia Pública abriga 142 presos e está com sua capacidade máxima.
Número de empregos formais em Mossoró cresce 1,81% no mês de julho
O Ministério do Trabalho e do Emprego divulgou ontem os resultados referentes ao mês de julho do seu Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e, seguindo as médias anteriores, Mossoró continua obtendo resultado positivo. Neste último resultado, o saldo positivo foi de 723 novos empregos, o que representa 1,81% de crescimento.
Firmando-se no segundo lugar da lista composta pelas cidades do Rio Grande do Norte com mais de 30 mil habitantes, Mossoró perdeu apenas para a capital do Estado. A cidade registrou 2.389 novos postos de emprego criados e 1.666 desligamentos, alcançando uma variação relativa de 1,81% mensal.
Agropecuária, construção civil e indústria de transformação foram as três atividades que mais geraram empregos no Rio Grande do Norte, com 619, 289 e 578 novos empregos registrados.
No Estado, 2.899 pessoas passaram a trabalhar com carteira assinada, registrando um aumento de 0,88% em relação ao mês de junho. Na média geral deste ano, serviços, construção civil e indústria de transformação foram os setores que mais empregaram no Rio Grande do Norte.
Firmando-se no segundo lugar da lista composta pelas cidades do Rio Grande do Norte com mais de 30 mil habitantes, Mossoró perdeu apenas para a capital do Estado. A cidade registrou 2.389 novos postos de emprego criados e 1.666 desligamentos, alcançando uma variação relativa de 1,81% mensal.
Agropecuária, construção civil e indústria de transformação foram as três atividades que mais geraram empregos no Rio Grande do Norte, com 619, 289 e 578 novos empregos registrados.
No Estado, 2.899 pessoas passaram a trabalhar com carteira assinada, registrando um aumento de 0,88% em relação ao mês de junho. Na média geral deste ano, serviços, construção civil e indústria de transformação foram os setores que mais empregaram no Rio Grande do Norte.
sábado, 25 de julho de 2009
Festa do Bode não será afetada pelo corte orçamentário anunciado pela Prefeitura
Apesar dos cortes orçamentários, os organizadores da Festa do Bode garantem que a edição deste ano deverá ser a maior das que já foram realizadas até então. "Em termos de negócios e de perspectivas para os criadores de caprinos e ovinos de Mossoró, do Rio Grande do Norte e de outras regiões do Brasil, a festa em si não perderá o caráter de feira de negócios, que a cada ano se amplia, " afirmou o gerente executivo da Agricultura, Edson Oliveira.
Este ano, a feira terá a cobertura da revista especializada "O Berro", do Rio Grande do Sul, que mandará uma equipe para cobrir o evento. "A feira está atraindo a atenção de todos os produtores da região e muitos do Nordeste e do Brasil", ressaltou.
A Festa do Bode terá leilões nacionais, como o que vai colocar à venda caprinos da raça pura Santa Inês, uma das mais valorizadas do mercado nacional e sul-americano. Haverá também um leilão de 150 lotes de vacas girolande, uma raça de alto valor de mercado", explicou.
Além disso, todas as baias colocadas à disposição do mercado já foram vendidas, algumas delas em parceria com associação de criadores. "A Ancoc (Associação Norte-rio-grandense de Criadores de Ovinos e Caprinos) está envolvida com todo o processo e participará ativamente da festa", garantiu. A expectativa de público, segundo Edson Oliveira, gira em torno de 100 mil pessoas nos quatro dias da festa.
Além da Ancoc, também são parceiros na Festa do Bode 2009: o Governo do Estado, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Associação Norte-rio-grandense de Criadores (Anorc), Associação dos Criadores de Caprinos de Mossoró (Asccom), Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
O evento acontecerá de 6 a 9 de agosto, no Parque de Exposições Armando Buá, bairro Costa e Silva. A programação inclui também cursos e atividades de capacitação, a partir das 7h30, nas dependências da Ufersa. A programação cultural privilegia atrações da cultura popular nordestina.
Este ano, a feira terá a cobertura da revista especializada "O Berro", do Rio Grande do Sul, que mandará uma equipe para cobrir o evento. "A feira está atraindo a atenção de todos os produtores da região e muitos do Nordeste e do Brasil", ressaltou.
A Festa do Bode terá leilões nacionais, como o que vai colocar à venda caprinos da raça pura Santa Inês, uma das mais valorizadas do mercado nacional e sul-americano. Haverá também um leilão de 150 lotes de vacas girolande, uma raça de alto valor de mercado", explicou.
Além disso, todas as baias colocadas à disposição do mercado já foram vendidas, algumas delas em parceria com associação de criadores. "A Ancoc (Associação Norte-rio-grandense de Criadores de Ovinos e Caprinos) está envolvida com todo o processo e participará ativamente da festa", garantiu. A expectativa de público, segundo Edson Oliveira, gira em torno de 100 mil pessoas nos quatro dias da festa.
Além da Ancoc, também são parceiros na Festa do Bode 2009: o Governo do Estado, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Associação Norte-rio-grandense de Criadores (Anorc), Associação dos Criadores de Caprinos de Mossoró (Asccom), Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
O evento acontecerá de 6 a 9 de agosto, no Parque de Exposições Armando Buá, bairro Costa e Silva. A programação inclui também cursos e atividades de capacitação, a partir das 7h30, nas dependências da Ufersa. A programação cultural privilegia atrações da cultura popular nordestina.
Final do concurso “A Mais Bela Voz” na Festa de São Manoel será amanhã
A programação social da Festa de São Manoel 2009 terá um atrativo especial amanhã, 27. A novidade é a realização de uma etapa eliminatória do concurso "A Mais Bela Voz", promovida anualmente pela Rádio Rural de Mossoró.
Na ocasião, cantores da comunidade subirão ao palco montado ao lado da igreja matriz, situada no bairro do Alto de São Manoel, para apresentar os seus dotes artísticos à sociedade. Além de despertar novos artistas do município e região, a atração será um momento agradável de confraternização entre os fiéis.
No entanto, as novidades da Festa em alusão ao santo da paciência não se restringem à programação social de amanhã. Na parte social, hoje haverá a noite da pizza, com a animação do pagode religioso da banda Zacai. Além disso, os paroquianos também terão à disposição barracas com a venda de comidas e artigos religiosos.
A festa ainda conta com uma vasta programação religiosa, com a celebração do novenário, realizado todos os dias às 19h30 até o dia 1º de agosto. Também durante os festejos, serão celebradas missas diárias, sempre às 6h, na igreja matriz.
Todas as atividades da Festa de São Manoel 2009 estão sendo desenvolvidas em torno do tema "A palavra de Deus, fonte de Justiça e Santidade". A programação sociorreligiosa segue até o dia 2 de agosto, onde acontecerá a procissão de encerramento, seguida por uma missa presidida pelo bispo dom Mariano Manzana.
Na ocasião, cantores da comunidade subirão ao palco montado ao lado da igreja matriz, situada no bairro do Alto de São Manoel, para apresentar os seus dotes artísticos à sociedade. Além de despertar novos artistas do município e região, a atração será um momento agradável de confraternização entre os fiéis.
No entanto, as novidades da Festa em alusão ao santo da paciência não se restringem à programação social de amanhã. Na parte social, hoje haverá a noite da pizza, com a animação do pagode religioso da banda Zacai. Além disso, os paroquianos também terão à disposição barracas com a venda de comidas e artigos religiosos.
A festa ainda conta com uma vasta programação religiosa, com a celebração do novenário, realizado todos os dias às 19h30 até o dia 1º de agosto. Também durante os festejos, serão celebradas missas diárias, sempre às 6h, na igreja matriz.
Todas as atividades da Festa de São Manoel 2009 estão sendo desenvolvidas em torno do tema "A palavra de Deus, fonte de Justiça e Santidade". A programação sociorreligiosa segue até o dia 2 de agosto, onde acontecerá a procissão de encerramento, seguida por uma missa presidida pelo bispo dom Mariano Manzana.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Enchentes do rio Mossoró agravam ainda mais a erosão e o assoreamento do leito
AMANDA MELO
amandamelo18@hotmail.com
Após as várias elevações do nível do rio Mossoró, durante os quatro meses de chuvas no início deste ano, a aparência do rio se tornou ainda mais frágil. Além do lixo e das águas turvas, grande bancos de areia em vários pontos do rio denunciam o seu assoreamento. Apesar da grandeza, o rio Mossoró, a segunda maior bacia hidrográfica do Rio Grande do Norte, perde a cada dia um pouco de oxigênio, roubado pela poluição e pelo assoreamento das suas margens.
O professor Ramiro Camacho, um dos coordenadores do Projeto Rio Apodi/Mossoró, explicou que a retirada da mata ciliar é o principal motivo do atual estado do rio. "A erosão das margens também provoca esse processo. Além disso, as passagens molhadas e os caminhos que são construídos para atravessar o rio deixam restos de construção e outros materiais que se acumulam no leito do rio", esclarece o professor.
Segundo Ramiro, não há como quantificar os danos que esses processos causam ao rio, nem muito menos o tempo que ele pode levar para voltar ao seu estado normal. "É difícil até de projetar qual é o estado normal do rio. Este processo de recuperação tem que ser gradativo, começando pela recuperação da mata ciliar. Por isso, um dos principais objetivos do projeto era recuperar 650 mil metros dessa vegetação", diz ele.
Para o pesquisador, em princípio, a dragagem do leito do rio não seria um processo viável para sua recuperação. "Algumas pessoas especulam que a dragagem ajudaria a recuperar, mas este processo seria uma agressão muito grande à biodiversidade. Primeiro deve-se recuperar a mata ciliar e, depois, pode-se até fazer a dragagem", ressalta Ramiro.
Ainda conforme o professor, todos esses meios para recuperar as água do rio Mossoró são dificultados pelo lixo, restos de esgoto e outros sedimentos que continuam colaborando para seu assoreamento e aumento da poluição. "A água trás lixo, resíduos e até esgotos de outras cidades que não têm um bom serviço de coleta de resíduos sólidos. Além disso ainda existem as barragens que dificultam o seu curso normal", reforça Ramiro.
PROJETO RIO APODI/MOSSORÓ
Durante mais de dois anos do Projeto Rio Apodi/Mossoró, encerrado em maio deste ano, foram coletadas amostras das águas do rio em 24 pontos diferentes, realizando análises químicas, biológicas, quantidade de coliformes fecais, metais pesados, sedimentos presentes no fundo do rio, solo das margens e as espécies de plantas aquáticas presentes no curso. O ponto mais crítico do rio Mossoró é a área que passa por trás da favela da Esam, onde o lixo predomina em relação à mata ciliar.
Além disso, cerca de 30 mil mudas de 25 espécies nativas, como turco, sabiá, catingueira, oiticica, juazeiro, que possuem raízes grandes e são plantas rústicas, foram plantadas ao longo das margens do rio, o que representou um replantio de cerca de 25 hectares de mata ciliar.
amandamelo18@hotmail.com
Após as várias elevações do nível do rio Mossoró, durante os quatro meses de chuvas no início deste ano, a aparência do rio se tornou ainda mais frágil. Além do lixo e das águas turvas, grande bancos de areia em vários pontos do rio denunciam o seu assoreamento. Apesar da grandeza, o rio Mossoró, a segunda maior bacia hidrográfica do Rio Grande do Norte, perde a cada dia um pouco de oxigênio, roubado pela poluição e pelo assoreamento das suas margens.
O professor Ramiro Camacho, um dos coordenadores do Projeto Rio Apodi/Mossoró, explicou que a retirada da mata ciliar é o principal motivo do atual estado do rio. "A erosão das margens também provoca esse processo. Além disso, as passagens molhadas e os caminhos que são construídos para atravessar o rio deixam restos de construção e outros materiais que se acumulam no leito do rio", esclarece o professor.
Segundo Ramiro, não há como quantificar os danos que esses processos causam ao rio, nem muito menos o tempo que ele pode levar para voltar ao seu estado normal. "É difícil até de projetar qual é o estado normal do rio. Este processo de recuperação tem que ser gradativo, começando pela recuperação da mata ciliar. Por isso, um dos principais objetivos do projeto era recuperar 650 mil metros dessa vegetação", diz ele.
Para o pesquisador, em princípio, a dragagem do leito do rio não seria um processo viável para sua recuperação. "Algumas pessoas especulam que a dragagem ajudaria a recuperar, mas este processo seria uma agressão muito grande à biodiversidade. Primeiro deve-se recuperar a mata ciliar e, depois, pode-se até fazer a dragagem", ressalta Ramiro.
Ainda conforme o professor, todos esses meios para recuperar as água do rio Mossoró são dificultados pelo lixo, restos de esgoto e outros sedimentos que continuam colaborando para seu assoreamento e aumento da poluição. "A água trás lixo, resíduos e até esgotos de outras cidades que não têm um bom serviço de coleta de resíduos sólidos. Além disso ainda existem as barragens que dificultam o seu curso normal", reforça Ramiro.
PROJETO RIO APODI/MOSSORÓ
Durante mais de dois anos do Projeto Rio Apodi/Mossoró, encerrado em maio deste ano, foram coletadas amostras das águas do rio em 24 pontos diferentes, realizando análises químicas, biológicas, quantidade de coliformes fecais, metais pesados, sedimentos presentes no fundo do rio, solo das margens e as espécies de plantas aquáticas presentes no curso. O ponto mais crítico do rio Mossoró é a área que passa por trás da favela da Esam, onde o lixo predomina em relação à mata ciliar.
Além disso, cerca de 30 mil mudas de 25 espécies nativas, como turco, sabiá, catingueira, oiticica, juazeiro, que possuem raízes grandes e são plantas rústicas, foram plantadas ao longo das margens do rio, o que representou um replantio de cerca de 25 hectares de mata ciliar.
Moradores da Avenida Alberto Maranhão sofrem com água que emerge da rua
Desde o início do período chuvoso em Mossoró, no mês de abril, os moradores da avenida Alberto Maranhão, nas proximidades do mercado público do Alto da Conceição, estão preocupados com os danos causados pela água acumulada no subsolo onde o bairro se localiza."Como o solo não absorve a água das chuvas, elas vão se espalhando até encontrar um lugar onde possam escoar", disse o engenheiro Iuri Tasso, que analisava o local no momento da visita da equipe de reportagem do jornal O Mossoroense.
Segundo ele, esta parte do bairro é mais baixa, e o solo não consegue escoar a água acumulada e sua pressão faz com que esse afloramento aconteça, chegando até a quebrar partes do asfalto da avenida, originar fontes de água nos quintais e nas calçadas das casas.
A dona-de-casa Antônia Nazaré, que mora há 26 anos neste local, está sendo a mais prejudicada de todos os moradores. "Fontes" de água surgiram no seu quintal, na calçada do seu vizinho e no asfalto em frente à sua casa. Profissionais da Caern - pois todos pensavam que o problema era causado por defeitos na tubulação da empresa - e da Prefeitura já foram até lá para analisar a situação enfrentada pelo bairro.
Segundo ela, coisas parecidas aconteciam todos os anos. Ela estranhava o fato de que mesmo após a estação chuvosa ter acabado, o chão de sua casa demorava muito a secar e a areia do quintal permanecia úmida por boa parte do ano, até que desta vez a água não parava de jorrar, chegando a alagar toda a casa.
"Nunca tinha sido assim, não. Aqui no meu quintal eu tive que mandar fazer um caminho para a água poder sair, porque estava tudo alagado, eu mal conseguia andar com a força da água que ninguém sabia de onde vinha", disse dona Antônia.
O sobrinho da moradora que também é seu vizinho percebeu que uma "fonte" de água se formou na sua calçada, bem abaixo do seu portão. Toda essa água, ainda de acordo com as informações da moradora, ia para debaixo da calçada e infiltrava.
Como ele não estava em casa, ela mesma nos mostrou que ele teve de quebrar uma parte da calçada, fazendo também um caminho para que a água escoasse para a rua e seguisse para a galeria do bairro.
Na tarde de ontem, quando a empresa de engenharia contratada pela Prefeitura para fazer o conserto estava no local, parte da avenida que liga o bairro ao Centro foi interditada para que o serviço pudesse ser iniciado. De acordo com o engenheiro Gustavo Azevedo, um tipo de tubulação especial será instalado no local para evitar que este problema volte a acontecer.
"Em primeiro lugar, vamos fazer uma drenagem, para tirar parte da água que se acumulou, depois vamos colocar um tubo subterrâneo para impedir que essa água alcance o solo. Será como um desvio para conduzir a água para o lugar certo de escoar", disse.
Gustavo ainda disse que o serviço será iniciado o mais rápido possível, e que dentro de algumas semanas a rua será liberada.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Engavetamento provoca congestionamento na AV. Presidente Dultra
Na ultima Quinta-feira, 09/07, por volta das 18:10, na Avenida Presidente Dultra, em frente a Eletro Mazio, ouve um Engavetamento, com três carros, o GETOR e os Guardas Municipais, foram até o local averiguar o ocorrido e controlar o transito que estava com grande engarrafamento do centro ao Alto de São Manoel.
Até o fechamento dessa matéria não foram divulgado o que aconteceu.

Até o fechamento dessa matéria não foram divulgado o que aconteceu.

Por: Jedson Leandro
Funcionários terceirizados da UPA do Santo Antônio estão há mais de dois meses sem receber salários
Os agentes de saúde da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Santo Antônio estão passando por uma situação delicada. Há mais de dois meses, os servidores estão sem receber seus salários e não podem fazer nenhuma manifestação para lutar pelos seus direitos.
Conforme uma funcionária que pediu para não ser identificada, o problema afeta todos os empregados que atuam em uma empresa terceirizada pela Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) e que presta serviço à UPA. "No fim deste mês, completarão três meses sem receber e sem nenhuma previsão de quando será pago os salários", informa.
Na semana passada, após tentar todas alternativas de negociação, os funcionários decidiram desencadear uma greve, para pressionar a empresa a pagar os salários. Mas o movimento foi coibido pela direção da empresa sob a ameaça de demissão.
"No fim da semana passada, vários funcionários deixaram de dar o expediente em protesto ao atraso dos salários. Porém, a empresa disse que os trabalhadores que não voltassem imediatamente para o trabalho estariam demitidos e outras pessoas seriam contratadas no lugar. Muitos ficaram com medo e continuam trabalhando", afirma a funcionária.
Ela ressalta que os colegas de trabalho não sabem mais o que fazer. "Muitos estão vindo sem a farda, como forma de protesto. Mas é só isso que podemos fazer. A nossa situação está muito difícil. Precisamos receber salários, já que temos contas a pagar", ressalta a trabalhadora.
A reportagem do jornal O Mossoroense tentou entrar em contato com a direção do UPA e com a gerente municipal da Saúde, Jacqueline Amaral, para saber quais as medidas que estão sendo tomadas para resolver a situação. Mas não obteve sucesso.
SINDISERPUM
Assim como os trabalhadores da empresa terceirizada, o Sindicato dos Servidores do Município (Sindiserpum) também está planejando uma greve geral com todos os servidores municipais da saúde, inclusive para os trabalhadores das duas UPAs.
De acordo com a vice-presidenta do Sindiserpum, Marilda Maria, a movimentação é devido ao impasse com relação ao Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS). "O PCCS apresenta várias irregularidades e pedimos que a PMM resolva as pendências até o fim do mês", frisa Marilda.
Ela ressalta que este é o prazo final estabelecido pela categoria. Caso a Prefeitura não regularize a situação dentro da data prevista, a categoria marcou uma assembleia geral para o dia 10 de agosto, na qual será discutida a situação e pode ser votado um indicativo de greve.
Conforme uma funcionária que pediu para não ser identificada, o problema afeta todos os empregados que atuam em uma empresa terceirizada pela Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) e que presta serviço à UPA. "No fim deste mês, completarão três meses sem receber e sem nenhuma previsão de quando será pago os salários", informa.
Na semana passada, após tentar todas alternativas de negociação, os funcionários decidiram desencadear uma greve, para pressionar a empresa a pagar os salários. Mas o movimento foi coibido pela direção da empresa sob a ameaça de demissão.
"No fim da semana passada, vários funcionários deixaram de dar o expediente em protesto ao atraso dos salários. Porém, a empresa disse que os trabalhadores que não voltassem imediatamente para o trabalho estariam demitidos e outras pessoas seriam contratadas no lugar. Muitos ficaram com medo e continuam trabalhando", afirma a funcionária.
Ela ressalta que os colegas de trabalho não sabem mais o que fazer. "Muitos estão vindo sem a farda, como forma de protesto. Mas é só isso que podemos fazer. A nossa situação está muito difícil. Precisamos receber salários, já que temos contas a pagar", ressalta a trabalhadora.
A reportagem do jornal O Mossoroense tentou entrar em contato com a direção do UPA e com a gerente municipal da Saúde, Jacqueline Amaral, para saber quais as medidas que estão sendo tomadas para resolver a situação. Mas não obteve sucesso.
SINDISERPUM
Assim como os trabalhadores da empresa terceirizada, o Sindicato dos Servidores do Município (Sindiserpum) também está planejando uma greve geral com todos os servidores municipais da saúde, inclusive para os trabalhadores das duas UPAs.
De acordo com a vice-presidenta do Sindiserpum, Marilda Maria, a movimentação é devido ao impasse com relação ao Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS). "O PCCS apresenta várias irregularidades e pedimos que a PMM resolva as pendências até o fim do mês", frisa Marilda.
Ela ressalta que este é o prazo final estabelecido pela categoria. Caso a Prefeitura não regularize a situação dentro da data prevista, a categoria marcou uma assembleia geral para o dia 10 de agosto, na qual será discutida a situação e pode ser votado um indicativo de greve.
Funcionários vão à Justiça contra tarifa cobrada
A cobrança de uma tarifa de estacionamento para os funcionários do Mossoró West Shopping pela direção do estabelecimento está causando insatisfação e revolta nos trabalhadores do empreendimento. A medida já ocasionou protestos e discussões.
Para o advogado trabalhista Allan José Couto, a cobrança de estacionamento para funcionários é ilegal. Segundo ele, não há nenhuma lei que regulamente esta ação do West Shopping. "O funcionário não é obrigado a ter que pagar para poder trabalhar. Por isso, ele pode muito bem entrar com uma ação contra o estabelecimento através do sindicato", sugere.
E foi exatamente isso que os funcionários do Mossoró West Shopping fizeram. Na manhã de ontem, os trabalhadores, por meio do Sindicato dos Empregados no Comércio de Mossoró (Secom), deram notícia do fato no Ministério Público do Trabalho.
Os servidores pedem a suspensão imediata da cobrança da tarifa, sob a alegação de que eles precisam ir diariamente ao shopping, e que o pagamento resultará em prejuízo mensal para a categoria. Juntamente com o processo, o sindicato anexou um abaixo-assinado com mais de 200 assinaturas de funcionários do centro comercial.
Segundo os funcionários, a indignação maior dos trabalhadores é devido ao fato de os lojistas do West Shopping serem isentos de pagar o valor exigido. "Por isso que eles (lojistas) não apoiam a nossa causa. Porque eles têm acesso livre ao shopping autorizado pela direção", diz uma funcionária que preferiu não se identificar.
O MP do Trabalho não quis se pronunciar quanto à questão. O orgão informou preferir esperar um pouco mais para avaliar melhor a situação, para assim tomar um posicionamento quanto ao fato.
A presidenta do Secom, Raimunda Soares, afirma que está revoltada com a situação e fará o possível para que a cobrança seja suspensa. Ela ressalta que a indignação maior se deve ao fato de funcionários terem sido agredidos por seguranças do shopping, por se recusarem a não pagar pelo estacionamento.
De acordo com Allan José Couto, diante desta prática, o funcionário agredido está totalmente amparado pela lei. Ele ressalta que o funcionário que sofreu a violência pode entrar, de forma individual, com uma ação indenizatória por danos morais.
Diante da polêmica que está causando com a cobrança da referida tarifa, a direção do Mossoró West Shopping mostra-se irredutível e afirma que o que tinha a declarar sobre o caso já foi publicado em nota oficial.
Para o advogado trabalhista Allan José Couto, a cobrança de estacionamento para funcionários é ilegal. Segundo ele, não há nenhuma lei que regulamente esta ação do West Shopping. "O funcionário não é obrigado a ter que pagar para poder trabalhar. Por isso, ele pode muito bem entrar com uma ação contra o estabelecimento através do sindicato", sugere.
E foi exatamente isso que os funcionários do Mossoró West Shopping fizeram. Na manhã de ontem, os trabalhadores, por meio do Sindicato dos Empregados no Comércio de Mossoró (Secom), deram notícia do fato no Ministério Público do Trabalho.
Os servidores pedem a suspensão imediata da cobrança da tarifa, sob a alegação de que eles precisam ir diariamente ao shopping, e que o pagamento resultará em prejuízo mensal para a categoria. Juntamente com o processo, o sindicato anexou um abaixo-assinado com mais de 200 assinaturas de funcionários do centro comercial.
Segundo os funcionários, a indignação maior dos trabalhadores é devido ao fato de os lojistas do West Shopping serem isentos de pagar o valor exigido. "Por isso que eles (lojistas) não apoiam a nossa causa. Porque eles têm acesso livre ao shopping autorizado pela direção", diz uma funcionária que preferiu não se identificar.
O MP do Trabalho não quis se pronunciar quanto à questão. O orgão informou preferir esperar um pouco mais para avaliar melhor a situação, para assim tomar um posicionamento quanto ao fato.
A presidenta do Secom, Raimunda Soares, afirma que está revoltada com a situação e fará o possível para que a cobrança seja suspensa. Ela ressalta que a indignação maior se deve ao fato de funcionários terem sido agredidos por seguranças do shopping, por se recusarem a não pagar pelo estacionamento.
De acordo com Allan José Couto, diante desta prática, o funcionário agredido está totalmente amparado pela lei. Ele ressalta que o funcionário que sofreu a violência pode entrar, de forma individual, com uma ação indenizatória por danos morais.
Diante da polêmica que está causando com a cobrança da referida tarifa, a direção do Mossoró West Shopping mostra-se irredutível e afirma que o que tinha a declarar sobre o caso já foi publicado em nota oficial.
Mossoroenses desistem de viagens internacionais com medo da gripe A
Desde a descoberta de um subtipo do vírus Influenza A, o H1N1 - causador de uma gripe mortal -, as pessoas estão aumentando suas dúvidas com relação ao vírus e às medidas de prevenção cabíveis. Autoridades brasileiras pedem para que as viagens para países afetados pela doença sejam evitadas, e a Organização Mundial da Saúde não restringe as viagens internacionais.
Nas agências de turismo, os clientes estão agindo de acordo com o momento. Os agentes dizem que variam para cada pessoa e com a vontade de viajar de cada um.
"Ainda não tivemos casos de passagens canceladas, mas aqueles que estavam com a viagem marcada pediram para adiar, esperando que o surto passe, ou pelo menos diminua. Já os que ainda não tinham decidido o pacote que iriam comprar, estão mudando seu destino e preferindo países com menor índice da doença", disse a agente de viagens Virgília Aquino.
O caso dos turistas não se distancia muito dos intercambistas, os estudantes que planejavam suas mudanças ainda este mês para um período de seis ou doze meses aperfeiçoando os estudos de língua estrangeira em países como a Argentina, o Chile e a Alemanha foram obrigados a mudar de opinião.
Segundo Carlos Augusto, diretor de uma escola de idiomas, que também organiza intercâmbios de estudantes interessados em se mudar para outros países a procura por viagens para países como Argentina, Chile e Alemanha diminuiu consideravelmente.
"Os pais estão com muito medo de mandar seus filhos para os países que estão com forte incidência da gripe, e os estudantes temem a mudança para outros países, com costumes diferentes", falou o diretor.
Além disso, ele ainda alerta para o fato de que contrair uma doença dessas, em um país estranho, onde a comunicação ainda é complicada, torna-se muito perigoso não apenas para os estudantes, como também para os turistas.
Como medida para evitar que os alunos percam a oportunidade de ampliar seus conhecimentos, a escola está indicando outros destinos, como a Inglaterra, que continua muito solicitada. Porém, Carlos ainda disse que em alguns desses casos de desistência, os pacotes já estavam reservados, com data marcada e pagamento parcialmente quitado, mas nada serviu para fazer os usuários desistirem.
Tentando alertar a população brasileira, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, fez um pronunciamento oficial sobre os registros de novos casos no país e pediu que os brasileiros não viajassem para países que tenham muitos casos da nova gripe registrados, como, por exemplo, Argentina, Chile, México, Estados Unidos, Canadá, Austrália e Reino Unido.
Isso, segundo o ministro, ajudaria a impedir que o vírus se proliferasse entre a população e diminuiria o número de casos da doença e os riscos de que o país fosse atingido por uma epidemia.
Enquanto isso, a Organização Mundial da Saúde não estabeleceu nenhuma barreira para os voos internacionais, impondo apenas que países adotassem medidas para prevenir que os turistas contraíssem a doença.
Nas agências de turismo, os clientes estão agindo de acordo com o momento. Os agentes dizem que variam para cada pessoa e com a vontade de viajar de cada um.
"Ainda não tivemos casos de passagens canceladas, mas aqueles que estavam com a viagem marcada pediram para adiar, esperando que o surto passe, ou pelo menos diminua. Já os que ainda não tinham decidido o pacote que iriam comprar, estão mudando seu destino e preferindo países com menor índice da doença", disse a agente de viagens Virgília Aquino.
O caso dos turistas não se distancia muito dos intercambistas, os estudantes que planejavam suas mudanças ainda este mês para um período de seis ou doze meses aperfeiçoando os estudos de língua estrangeira em países como a Argentina, o Chile e a Alemanha foram obrigados a mudar de opinião.
Segundo Carlos Augusto, diretor de uma escola de idiomas, que também organiza intercâmbios de estudantes interessados em se mudar para outros países a procura por viagens para países como Argentina, Chile e Alemanha diminuiu consideravelmente.
"Os pais estão com muito medo de mandar seus filhos para os países que estão com forte incidência da gripe, e os estudantes temem a mudança para outros países, com costumes diferentes", falou o diretor.
Além disso, ele ainda alerta para o fato de que contrair uma doença dessas, em um país estranho, onde a comunicação ainda é complicada, torna-se muito perigoso não apenas para os estudantes, como também para os turistas.
Como medida para evitar que os alunos percam a oportunidade de ampliar seus conhecimentos, a escola está indicando outros destinos, como a Inglaterra, que continua muito solicitada. Porém, Carlos ainda disse que em alguns desses casos de desistência, os pacotes já estavam reservados, com data marcada e pagamento parcialmente quitado, mas nada serviu para fazer os usuários desistirem.
Tentando alertar a população brasileira, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, fez um pronunciamento oficial sobre os registros de novos casos no país e pediu que os brasileiros não viajassem para países que tenham muitos casos da nova gripe registrados, como, por exemplo, Argentina, Chile, México, Estados Unidos, Canadá, Austrália e Reino Unido.
Isso, segundo o ministro, ajudaria a impedir que o vírus se proliferasse entre a população e diminuiria o número de casos da doença e os riscos de que o país fosse atingido por uma epidemia.
Enquanto isso, a Organização Mundial da Saúde não estabeleceu nenhuma barreira para os voos internacionais, impondo apenas que países adotassem medidas para prevenir que os turistas contraíssem a doença.
Estudantes se reúnem hoje com representante da Sethas e com promotor para firmar convênio
Representantes da Casa do Estudante de Mossoró se reunirão hoje com representantes da Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas) e com o promotor da Defesa da Cidadania, Guglielmo Marconi, para firmar o convênio entre as entidades. O encontro será às 10h, na sede do Ministério Público (MP).
Conforme o diretor administrativo da Casa do Estudante, Valdemar Filho, a reunião será para confirmar a parceria estabelecida na última audiência com o MP. "Hoje vamos apresentar ao promotor o que foi decidido e confirmar todas as questões discutidas na reunião anterior", destaca o diretor.
Valdemar frisa que ainda hoje os 130 estudantes da residência estarão em suas novas moradias. Sendo que 60 irão para uma casa alugada, com o apoio do Estado, no Centro da cidade, na praça Vigário Antônio Joaquim, e os demais alunos vão para casas alugadas com recursos próprios. Contudo, estes alunos receberão ajuda da direção da Casa do Estudante para alimentação e outras despesas.
Em todas as reuniões com o MP, o Governo do Estado se comprometeu a ajudar os estudantes e está cumprindo o combinado. Na última terça-feira, o Estado liberou a metade dos R$ 4 mil, que serão destinados ao pagamento de aluguel e alimentação dos estudantes.
Nos próximos meses, até que seja concluída a pequena reforma, custeada por empresários da cidade, o aluguel da nova residência será pago por meio de um convênio entre o Estado e a Casa do Estudante.
Conforme o diretor administrativo da Casa do Estudante, Valdemar Filho, a reunião será para confirmar a parceria estabelecida na última audiência com o MP. "Hoje vamos apresentar ao promotor o que foi decidido e confirmar todas as questões discutidas na reunião anterior", destaca o diretor.
Valdemar frisa que ainda hoje os 130 estudantes da residência estarão em suas novas moradias. Sendo que 60 irão para uma casa alugada, com o apoio do Estado, no Centro da cidade, na praça Vigário Antônio Joaquim, e os demais alunos vão para casas alugadas com recursos próprios. Contudo, estes alunos receberão ajuda da direção da Casa do Estudante para alimentação e outras despesas.
Em todas as reuniões com o MP, o Governo do Estado se comprometeu a ajudar os estudantes e está cumprindo o combinado. Na última terça-feira, o Estado liberou a metade dos R$ 4 mil, que serão destinados ao pagamento de aluguel e alimentação dos estudantes.
Nos próximos meses, até que seja concluída a pequena reforma, custeada por empresários da cidade, o aluguel da nova residência será pago por meio de um convênio entre o Estado e a Casa do Estudante.
Profissionais recebem certificados de qualidade em eletricista de manutenção
Dois profissionais de Mossoró receberam ontem a certificação do Centro de Exames de Qualificação do Senai/RN. Os diplomas foram entregues pelo diretor da Abraman (Associação Brasileira de Manutenção), Arthur Adelino de Freitas Cruz, que esteve na cidade, especialmente para esta solenidade, no Senai de Mossoró. Também estiveram presentes à solenidade o gerente de engenharia de manutenção e inspeção da Petrobras RN/CE, Roberto Lúcio Leandro Vieira, o consultor técnico de engenharia da Petrobras, Bernardo Frydman, e o diretor de operações do Senai/RN, Josenilson Dantas.
O processo de certificação de Éder Felício dos Santos e Alisson Klids Soares foi iniciado em maio, quando o Departamento Regional do Senai no Rio Grande do Norte realizou os primeiros exames escritos e práticos para "Certificação Abraman em Eletricista de Manutenção". Ambos passaram por todas as fases exigidas nos exames teóricos e práticos e agora, com as prerrogativas da 'Certificação Abraman'.
O Centro de Exames de Qualificação (Cequal) é resultado de convênio firmado entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), através do Departamento Regional do RN e a Associação Brasileira de Manutenção (Abraman), integrando o Programa Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal na Área de Manutenção (PNQC). Tem como objetivos avaliar conhecimentos e habilidades necessárias aos profissionais de mecânica e eletricidade, bem como seu potencial para o desenvolvimento contínuo da função.
O processo de certificação de Éder Felício dos Santos e Alisson Klids Soares foi iniciado em maio, quando o Departamento Regional do Senai no Rio Grande do Norte realizou os primeiros exames escritos e práticos para "Certificação Abraman em Eletricista de Manutenção". Ambos passaram por todas as fases exigidas nos exames teóricos e práticos e agora, com as prerrogativas da 'Certificação Abraman'.
O Centro de Exames de Qualificação (Cequal) é resultado de convênio firmado entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), através do Departamento Regional do RN e a Associação Brasileira de Manutenção (Abraman), integrando o Programa Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal na Área de Manutenção (PNQC). Tem como objetivos avaliar conhecimentos e habilidades necessárias aos profissionais de mecânica e eletricidade, bem como seu potencial para o desenvolvimento contínuo da função.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Insatisfeita com serviços da Caern, Prefeitura contrata pesquisa para analisar situação
Após receber diversas reclamações da população com relação aos trabalhos desenvolvidos pela Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), a Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) contratou a Fundação Getúlio Vargas para realizar um estudo sobre a situação da empresa e os serviços por ela desenvolvidos.
Secretária municipal do Desenvolvimento Territorial e Ambiental, Kátia Pinto, explicou que a lei determina que esta secretaria se encarregue de fiscalizar a atuação da Caern e os problemas causados à população em decorrência de seus possíveis erros.
Assim, depois de receberem inúmeras reclamações sobre falta de água e buracos oriundos de serviços inacabados, por exemplo, a secretaria, juntamente com a prefeitura, resolveu contratar a pesquisa para que um estudo do caso fosse realizado e as denúncias pudessem ser analisadas.
"Apenas uma instituição deste porte, com competência no desenvolvimento de pesquisas, poderia nos oferecer dados concretos para este caso, nos auxiliando a tomar uma posição diante dos problemas enfrentados pela população", disse a secretária.
Kátia Pinto disse que a regional Mossoró da Caern não estava cumprindo as tarefas determinadas no contrato de concessão assinado com a prefeitura, que o plano diretor da empresa ainda não foi entregue - o que era para ter sido feito no ano de 2007 - e que esta não passava à Prefeitura informações sobre sua situação.
Os estudos já foram iniciados na cidade e a fundação pesquisadora solicitou à sua contratante um prazo de noventa dias para a entrega dos resultados obtidos neste período. Após a entrega do resultado, a secretaria está planejando o agendamento de uma audiência pública para que este possa ser repassado à população.
O contrato firmado entre a PMM e a Caern dá à empresa o direito de atuação na cidade por um período de vinte anos, que neste caso só acabará no ano de 2025. "Mas, caso alguma das partes não esteja satisfeita, poderá quebrá-lo quando conseguir provar os motivos alegados para a insatisfação", frisou a secretária.
Ainda de acordo com a secretária, o estudo sobre as capacidades da Caern ainda irão auxiliar o planejamento e o desenvolvimento de diversas obras para a melhoria da qualidade de vida na cidade.
Secretária municipal do Desenvolvimento Territorial e Ambiental, Kátia Pinto, explicou que a lei determina que esta secretaria se encarregue de fiscalizar a atuação da Caern e os problemas causados à população em decorrência de seus possíveis erros.
Assim, depois de receberem inúmeras reclamações sobre falta de água e buracos oriundos de serviços inacabados, por exemplo, a secretaria, juntamente com a prefeitura, resolveu contratar a pesquisa para que um estudo do caso fosse realizado e as denúncias pudessem ser analisadas.
"Apenas uma instituição deste porte, com competência no desenvolvimento de pesquisas, poderia nos oferecer dados concretos para este caso, nos auxiliando a tomar uma posição diante dos problemas enfrentados pela população", disse a secretária.
Kátia Pinto disse que a regional Mossoró da Caern não estava cumprindo as tarefas determinadas no contrato de concessão assinado com a prefeitura, que o plano diretor da empresa ainda não foi entregue - o que era para ter sido feito no ano de 2007 - e que esta não passava à Prefeitura informações sobre sua situação.
Os estudos já foram iniciados na cidade e a fundação pesquisadora solicitou à sua contratante um prazo de noventa dias para a entrega dos resultados obtidos neste período. Após a entrega do resultado, a secretaria está planejando o agendamento de uma audiência pública para que este possa ser repassado à população.
O contrato firmado entre a PMM e a Caern dá à empresa o direito de atuação na cidade por um período de vinte anos, que neste caso só acabará no ano de 2025. "Mas, caso alguma das partes não esteja satisfeita, poderá quebrá-lo quando conseguir provar os motivos alegados para a insatisfação", frisou a secretária.
Ainda de acordo com a secretária, o estudo sobre as capacidades da Caern ainda irão auxiliar o planejamento e o desenvolvimento de diversas obras para a melhoria da qualidade de vida na cidade.
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