Em maio, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Territorial e Ambiental (Sedetema) iniciou o serviço de restauração e recapeamento de algumas ruas de Mossoró danificadas pelos buracos. A atividade começou a todo vapor, eram seis equipes trabalhando dia e noite, com promessa de livrar Mossoró dos inconvenientes buracos.
No entanto, a esperança de ter um asfalto de qualidade não durou nem dois meses. Desde a semana passada, a Construtora Luiz Costa (CLC), empresa responsável pelas obras de recuperação de ruas e avenidas, parou os serviços de pavimentação da cidade.
Em alguns setores, como a rua Coelho Neto e avenida Alberto Maranhão, por exemplo, as obras ficaram pela metade. O mesmo acontece em toda a cidade, uma parte está recuperada e o espaço restante continua tomado pelos buracos. A suspensão das obras sem aviso prévio intriga e revolta os moradores dos quatro cantos da terra de Santa Luzia.
O diretor da construtora, Célito Oliveira, informou que estes locais que tiveram o serviço de recapeamento suspenso necessitavam de alguns ajustes em seu formato, para que o asfalto - depois de feito - não ficasse comprometido, nem que houvesse a necessidade de refazê-lo.
Na avenida Alberto Maranhão, por exemplo, o meio-fio precisa ser refeito, mudando seu tamanho, enquanto que outras ruas da cidade estavam com poças de água deixadas pelas chuvas e precisavam de drenagem. Todos esses serviços já deveriam ter sido feitos pela Prefeitura, mas, ainda de acordo com o diretor da CLC, eles ainda não foram concluídos.
Ele ainda disse que a Prefeitura de Mossoró não deu à empresa um prazo para o fim desses consertos e que as obras só voltariam depois que eles estivessem terminados.
Quando procurada, a secretária municipal do Desenvolvimento Territorial e Ambiental, responsável pela fiscalização destas obras, Kátia Pinto, não foi encontrada.