sexta-feira, 5 de junho de 2009

Mototaxistas pedem maior fiscalização a clandestinos

Combater a atividade dos mototaxistas clandestinos e discutir o projeto de lei que pretende ampliar a vida útil das motos dos profissionais de seis para dez anos. Estas foram as principais reivindicações da categoria durante a audiência pública na Câmara Municipal de Mossoró (CMM), realizada ontem, no plenário da Casa.

Além das mudanças já ditadas, o presidente do Sindicato dos Mototaxistas, Rivaldo Bezerra, ainda pontuou outros pedidos dos trabalhadores, como a instalação de pontos fixos de mototáxis, a construção de abrigos cobertos para mototaxistas, para protegê-los do sol e regularização da profissão.

De um modo geral, a audiência serviu para debater melhorias no serviço de mototáxi em Mossoró, conforme informa o vereador Jório Nogueira (PDT). Segundo o parlamentar, após a explanação dos anseios dos profissionais, a CMM analisará a viabilidade de incluir os pedidos na lei, que está em tramitação no Legislativo.

Entre os pedidos da categoria, a fiscalização aos mototaxistas clandestinos terá uma atenção especial. O gerente municipal do trânsito, Walter Pedro, assegura que, nos próximos dois meses, será trabalhada uma ação educativa para conscientizar os profissionais clandestinos, para que procurem alguma forma de regulamentar o serviço. "A partir de agosto, será feito uma ação punitiva para os profissionais não-regulamentados", afirma.

Outras mudanças também estão sendo analisadas pela Gerência de Trânsito, para beneficiar a categoria. "Vamos fazer uma análise da vida útil das motos e ver a possibilidade de ampliar o prazo de seis para dez anos. Acredito que, em 90 a 120 dias, os mototaxistas regulares já comecem a sentir a diferença", afirma Walter Pedro.

O serviço de mototáxi no município foi regulamentado em 1999. Atualmente, a cidade conta com 1.200 profissionais regulamentados junto à secretaria municipal de serviços urbanos.
 
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